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aleumXs e Mora, o mundo que só enxerga sonhando

Num mundo que não recebe a luz de nenhuma estrela, a ciência aprendeu a olhar para dentro. É a porta de entrada para o universo de aleumXs e para o livro Viagem ao Inconsciente Coletivo.

Onirika · · 5 min de leitura

Em algum lugar da imensidão cósmica há um mundo que não recebe a luz de nenhuma estrela. Seus habitantes têm dois olhos, como os nossos, mas eles não servem para nada: acordados, vivem como uma comunidade de cegos. Só enxergam quando sonham. Aí se abre um terceiro olho, no meio da testa, e a realidade fica colorida, cheia de formas e cores. Esse mundo se chama Mora, e é um dos mundos de aleumXs.

aleumXs é uma palavra, um universo de histórias e um livro, Viagem ao Inconsciente Coletivo. É também um jeito de olhar para a mente, e é por ele que vale começar.

A palavra: um nada-criativo

aleumXs é uma palavra dos yamanati, um dos povos desse universo. Quer dizer a essência da criação: o Todo de onde surgem todas as manifestações. De aleumXs nascem os sonhos, as mentes e os universos.

No zine Onirika 000, a palavra aparece no relato de um nascimento. A existência começa onde antes existia o nada, “mas um nada-criativo”. E o texto completa: “Isso é aleumXs.”

O nome resolve também um problema de linguagem. A palavra consciência ficou carregada da ideia de que a consciência mora dentro da cabeça. aleumXs inverte a ordem: não é um lugar dentro da consciência, é a própria consciência, e a cabeça é que está dentro dela. Sem consciência não haveria cabeça. O contrário já não é tão certo: há sonhos em que não existe corpo nenhum, só a percepção e a história acontecendo.

Mora, o mundo invertido

Mora nasce de um exercício de imaginação: como se desenvolveria um povo num lugar onde a luz não chega e todos vivem como cegos. A resposta muda tudo. Sem nada para olhar do lado de fora, a ciência de Mora se desenvolveu toda para dentro. Em vez de estudar a matéria física, estuda a psique.

Como os sonhos são coloridos, a realidade dos sonhos virou a principal. Pelos sonhos lúcidos, os moranos foram descobrindo o que uma mente bem conhecida é capaz de fazer por uma sociedade inteira. É como se fosse um mundo invertido em relação ao nosso. Aqui, a luz levou a ciência para fora, para os telescópios e os microscópios. Lá, a escuridão a levou para dentro.

O livro: Viagem ao Inconsciente Coletivo

Viagem ao Inconsciente Coletivo é o primeiro livro publicado do universo aleumXs e conta a história da ciência de Mora. Depois de conhecer a própria mente, os moranos querem conhecer a mente dos outros e o que existe além dela. A próxima viagem é para o Inconsciente Coletivo, o nome que o psiquiatra suíço Carl Jung deu à camada mais profunda da psique, comum a todas as pessoas.

O experimento é deslocar o ego de alguém para dentro da mente de outro. Só que as trevas que eles estão prestes a encontrar guardam um mistério muito mais poderoso do que tudo a que estavam acostumados.

Por trás da história há um laboratório maior. Em aleumXs, o próprio Infinito parece querer descobrir o que acontece quando alguém está na mente de outro ser e como se comporta uma mente com dois egos ou mais. No limite, quer saber se é possível dominar um planeta inteiro controlando a mente de um povo.

O livro está à venda na Amazon, em versão digital para Kindle: aleumXs: Viagem ao Inconsciente Coletivo, na Amazon.

Os nomes da história

Tudo é um sonho

aleumXs não é só fantasia. É a ficção contando a ideia que atravessa toda a Onirika: tudo é um sonho, absolutamente tudo. A realidade e os sonhos são a mesma coisa. Poderia haver um terceiro nome para ela, mas sonho é uma boa palavra.

A ideia não é nova, e é isso que a torna forte. Tradições como o budismo e o Advaita Vedanta, uma escola de filosofia indiana, comparam a realidade a um sonho há séculos. E mesmo a neurociência lembra que o que vemos é uma construção do cérebro, feita a partir de sinais elétricos. O que aleumXs acrescenta é uma história para morar dentro dessa ideia.

Em Mora, enxergar é sonhar. Aqui, talvez, seja perceber que já estamos sonhando.

Para ir além

Texto escrito com inteligência artificial (Claude Opus 5.5) a partir das ideias da Onirika.