o livro
aleumXs e Mora, o mundo que só enxerga sonhando
Num mundo que não recebe a luz de nenhuma estrela, a ciência aprendeu a olhar para dentro. É a porta de entrada para o universo de aleumXs e para o livro Viagem ao Inconsciente Coletivo.
Em algum lugar da imensidão cósmica há um mundo que não recebe a luz de nenhuma estrela. Seus habitantes têm dois olhos, como os nossos, mas eles não servem para nada: acordados, vivem como uma comunidade de cegos. Só enxergam quando sonham. Aí se abre um terceiro olho, no meio da testa, e a realidade fica colorida, cheia de formas e cores. Esse mundo se chama Mora, e é um dos mundos de aleumXs.
aleumXs é uma palavra, um universo de histórias e um livro, Viagem ao Inconsciente Coletivo. É também um jeito de olhar para a mente, e é por ele que vale começar.
A palavra: um nada-criativo
aleumXs é uma palavra dos yamanati, um dos povos desse universo. Quer dizer a essência da criação: o Todo de onde surgem todas as manifestações. De aleumXs nascem os sonhos, as mentes e os universos.
No zine Onirika 000, a palavra aparece no relato de um nascimento. A existência começa onde antes existia o nada, “mas um nada-criativo”. E o texto completa: “Isso é aleumXs.”
O nome resolve também um problema de linguagem. A palavra consciência ficou carregada da ideia de que a consciência mora dentro da cabeça. aleumXs inverte a ordem: não é um lugar dentro da consciência, é a própria consciência, e a cabeça é que está dentro dela. Sem consciência não haveria cabeça. O contrário já não é tão certo: há sonhos em que não existe corpo nenhum, só a percepção e a história acontecendo.
Mora, o mundo invertido
Mora nasce de um exercício de imaginação: como se desenvolveria um povo num lugar onde a luz não chega e todos vivem como cegos. A resposta muda tudo. Sem nada para olhar do lado de fora, a ciência de Mora se desenvolveu toda para dentro. Em vez de estudar a matéria física, estuda a psique.
Como os sonhos são coloridos, a realidade dos sonhos virou a principal. Pelos sonhos lúcidos, os moranos foram descobrindo o que uma mente bem conhecida é capaz de fazer por uma sociedade inteira. É como se fosse um mundo invertido em relação ao nosso. Aqui, a luz levou a ciência para fora, para os telescópios e os microscópios. Lá, a escuridão a levou para dentro.
O livro: Viagem ao Inconsciente Coletivo
Viagem ao Inconsciente Coletivo é o primeiro livro publicado do universo aleumXs e conta a história da ciência de Mora. Depois de conhecer a própria mente, os moranos querem conhecer a mente dos outros e o que existe além dela. A próxima viagem é para o Inconsciente Coletivo, o nome que o psiquiatra suíço Carl Jung deu à camada mais profunda da psique, comum a todas as pessoas.
O experimento é deslocar o ego de alguém para dentro da mente de outro. Só que as trevas que eles estão prestes a encontrar guardam um mistério muito mais poderoso do que tudo a que estavam acostumados.
Por trás da história há um laboratório maior. Em aleumXs, o próprio Infinito parece querer descobrir o que acontece quando alguém está na mente de outro ser e como se comporta uma mente com dois egos ou mais. No limite, quer saber se é possível dominar um planeta inteiro controlando a mente de um povo.
O livro está à venda na Amazon, em versão digital para Kindle: aleumXs: Viagem ao Inconsciente Coletivo, na Amazon.
Os nomes da história
- Mora: o mundo sem luz, cujo povo só enxerga sonhando.
- Vidgar: uma morana. No experimento, o ego dela vai parar dentro da mente de Adim, e ela não lembra de onde veio. Sente saudade de casa, mas não sabe que casa é essa. Vidgar representa o ego vindo da mente de origem. Não precisa decorar o nome: ele ainda vai aparecer muito.
- Adim: um morano sem nada de especial, colega de Vidgar na aula do mestre Ventum. Só que, dentro dele, um povo inteiro o considera o Deus Maior. Na história, a mente de Adim é o nosso sistema solar, e o Sol é o centro desse território de sonhos. Ou seja: estamos todos em Adim.
Tudo é um sonho
aleumXs não é só fantasia. É a ficção contando a ideia que atravessa toda a Onirika: tudo é um sonho, absolutamente tudo. A realidade e os sonhos são a mesma coisa. Poderia haver um terceiro nome para ela, mas sonho é uma boa palavra.
A ideia não é nova, e é isso que a torna forte. Tradições como o budismo e o Advaita Vedanta, uma escola de filosofia indiana, comparam a realidade a um sonho há séculos. E mesmo a neurociência lembra que o que vemos é uma construção do cérebro, feita a partir de sinais elétricos. O que aleumXs acrescenta é uma história para morar dentro dessa ideia.
Em Mora, enxergar é sonhar. Aqui, talvez, seja perceber que já estamos sonhando.
Para ir além
Texto escrito com inteligência artificial (Claude Opus 5.5) a partir das ideias da Onirika.
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