zine 000

O Berçário dasConsciências

Um zine para ler aqui mesmo, virando a página. Com calma. Ou nem tanta.

capa
Toque na página, use as setas do teclado ou deslize o dedo.
no
papel

Mora no Capão? O 000 também existe impresso, 16 páginas em A5, para ler com a mão. Encomendas em breve

O que é a Onirika

Ninguém sabe muito bem. Nem quem criou.

“Eu não sei exatamente ainda o que é a Onirika.”

A frase é do Jean Prestes. E continua valendo.

O que dá pra dizer: a Onirika olha a realidade como quem olha um sonho. De perto. Com dúvida. Às vezes lúcida, às vezes nem isso.

Este zine é o número 000. Um começo antes do começo.

Para aprofundar

O zine é um gole. Aqui ficam as fontes.

o livro

aleumXs · Viagem ao Inconsciente Coletivo

O livro de onde saíram Mora, Adim e Vidgar. Um mundo sem luz que só enxerga sonhando.

download em breve
movimento

Solar Punk

Movimento ou estética? Ainda não se sabe. Por isso mesmo vale olhar de perto.

conteúdo em breve
o Sol

O Evento Carrington e a tempestade solar hoje

Em 1859, o Sol fez os telégrafos soltarem faísca. E se fosse agora, com tudo na nuvem?

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rede

Autonomia digital

Linux, redes sociais saudáveis, a vida fora do domínio das big techs. Por onde começar.

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chão

Vida offgrid

Bateria, placa solar, os manuais certos. Não é voltar às pedras. Nem a pau.

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Como o zine foi feito

Começou no papel. Uma folha de planejamento, com os quadradinhos das páginas e o nome de cada tema. E folhas escritas à mão, de onde saiu boa parte do texto.

Todo texto do zine é do Jean, recortado de cadernos, folhas soltas e posts antigos. Sem uma palavra a mais. Não tem narrador: quem conta a história é a ordem dos temas, um depois do outro.

A diagramação e a arte foram feitas com inteligência artificial, sob a direção dele. A personagem veio do Nano Banana e do Veo 3. O Sol e o céu profundo, da NASA.

Folha de planejamento do zine, desenhada à mão
O planejamento, no papel.
Folha escrita à mão com o texto do berçário
Uma das folhas escritas à mão.
O pôster do miolo do zine, com o mapa de Adim
O miolo, já diagramado: o pôster de Adim.

Chapéu Digital

a roda está aberta

Na rua é assim: o artista abre a roda, faz o que tem que fazer e deixa o chapéu no chão. Quem passa, para. Quem gostou, deixa alguma coisa. Quem não pode, segue o caminho, e tudo certo.

Aqui é igual. A leitura é aberta, inteira, sem cadastro. O Pix é espontâneo e voluntário: se o zine te tocou, joga no chapéu o que fizer sentido. Se não, a roda continua.

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